Apostolado São Tomás de Aquino

Ubi Petrus, ibi Ecclesia.

  • O Purgatório e os Primeiros Cristãos

    Este artigo demonstra que a doutrina católica sobre Purgatório está presente de forma constante na Tradição da Igreja primitiva. O artigo percorre a exposição teológica de Santo Tomás de Aquino, apresenta as definições magisteriais de Lyon a Trento, e reúne dezenas de testemunhos patrísticos, tanto de Padres Gregos quanto Latinos. A conclusão é clara: oração pelos mortos, purificação pelo fogo e auxílio dos sufrágios são elementos contínuos desde os primeiros séculos, na fé e piedade cristã. Para baixar, basta clicar em “Download do artigo”.

    Tópicos e subtópicos do artigo

    1. Introdução

    2. A doutrina católica sobre o Purgatório

    2.1. Exposta por Santo Tomás de Aquino

    2.II. Definida no magistério
    II Concílio de Lyon, Bento XII em Benedictus Deus, Concílio de Florença, Leão X em Exsurge Domine, Concílio de Trento

    3. Os Padres da Igreja e o Purgatório

    3.1. Os Padres Gregos

    3.1.a. São Dionísio Areopagita (oração pelo perdão dos mortos)

    3.1.b. Clemente de Alexandria (tormentos purgativos após o batismo)

    3.1.c. Constituições Apostólicas (oração por perdão dos pecados dos falecidos)

    3.1.d. São Cirilo de Jerusalém (o sacrifício beneficia os mortos)

    3.1.e. Santo Epifânio de Salamina (oração proveitosa, ainda que não elimine todas as acusações)

    3.1.f. Santo Efrém, o Sírio (um lugar entre o Jardim e o fogo)

    3.1.g. São Basílio Magno (almas “detidas” se têm manchas de pecado)

    3.1.h. São Gregório de Nissa (“fogo purificador” após a morte)

    3.1.i. São João Crisóstomo (sacrifícios apagam pecados dos falecidos)

    3.1.j. Santa Macrina, a Jovem (purificação por aflições ou fogo após a morte)

    3.II. Os Padres Latinos

    3.II.a. Tertuliano (expiação de pecados antes da ressurreição; ofertas pelos mortos)

    3.II.b. São Cipriano de Cartago (purgação pelo fogo por longo período)

    3.II.c. Lactâncio (fogo que queima os ímpios e refrigera os justos)

    3.II.d. Santo Hilário de Poitiers (purificação pelo fogo do juízo)

    3.II.e. Santo Ambrósio de Milão (“todos devem ser testados pelo fogo”)

    3.II.f. Ambrosiaster (punições de fogo para purgação)

    3.II.g. São Paulino de Nola (fogo como juiz das ações)

    3.II.h. Santo Agostinho de Hipona (fogo purgatório; oração pelos defuntos como tradição apostólica)

    3.II.i. São Cesário de Arles (fogo transitório para pecados leves)

    3.II.j. São Gregório Magno (purgatorius ignis; histórias de almas libertadas por Missas)

    3.II.k. São Beda, o Venerável (“chamas do fogo do Purgatório” e alívio por sufrágios)

    4. Conclusão

    5. Bibliografia

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